4 motivos para praticar atividade física

1-Diminui os riscos de doenças cardíacas e estresse
Pessoas que praticam atividade física regularmente têm redução do risco de doenças cardiovasculares. Quando praticamos exercício, aumentamos o nosso metabolismo e contribuímos para diminuição da pressão arterial e do estresse.
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2-Promove bem-estar e felicidade
Quando praticamos a atividade física, ocorre a liberação de hormônios como endorfina, responsáveis pelo bem-estar do nosso corpo.
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3-Fortalece o sistema imune
Praticar atividade física regularmente ajuda a blindar o nosso sistema imune, fortalecendo todos os tecidos e funções.
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4-Melhora a autoestima
Se você está acima do peso, infeliz com o seu corpo, os resultados dos exercícios serão o combustível para a sua autoestima melhorar!

Suplementação diária de ferro e ácido fólico em gestantes

Estima-se que 41,8% das gestantes em todo o mundo sejam anêmicas. Considera-se que pelo menos metade desses casos seja resultante de deficiência de ferro. Os Estados Membros solicitaram orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre os efeitos e a segurança da suplementação de ferro e ácido fólico em gestantes como medida de saúde pública para melhorar as condições da gestação em apoio ao seu esforço para atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. A OMS desenvolveu estas recomendações substanciadas com evidências utilizando os procedimentos apresentados no guia OMS para desenvolvimento de diretrizes. Os passos deste processo incluem: (i) identificação de questões prioritárias e resultados; (ii) obtenção de evidências; (iii) avaliação e síntese das evidências; (iv) formulação de recomendações, incluindo prioridades de pesquisa; e (v) planejamento para disseminação, avaliação de impactos e atualização da diretriz. A metodologia de Análise, Desenvolvimento e Avaliação da Classificação de Recomendações (GRADE) foi utilizada para preparar perfis de evidências relacionados aos tópicos pré-selecionados, com base em revisões sistemáticas atualizadas. O grupo de orientações sobre diretrizes para intervenções de nutrição, chamado Grupo de Aconselhamento Especializado em Orientações Nutricionais (NUGAG), é formado por especialistas no conteúdo, metodologistas, representantes de potenciais colaboradores e consumidores. Esses especialistas participaram de diversas consultas técnicas da OMS relativas a esta diretriz, realizadas em Genebra, na Suíça, e em Amã, na Jordânia, em 2010 e em 2011.

 

Os Membros do Painel de Especialistas e Colaboradores Externos foram identificados por meio de uma convocação pública para fornecimento de comentários e o envolvimento desse painel ocorreu ao longo de todo o processo de desenvolvimento da diretriz. Os membros do NUGAG votaram sobre o impacto da recomendação, levando em consideração: (i) efeitos desejados e indesejados desta intervenção; (ii) qualidade da evidência disponível; (iii) valores e preferências relacionadas à intervenção, em diferentes cenários; e (iv) o custo das opções disponíveis de funcionários da área de saúde em diferentes cenários. Todos os membros da NUGAG preencheram um Formulário de Declaração de Interesses antes de cada reunião.

 

A suplementação diária oral de ferro e ácido fólico é recomendada como parte da assistência pré-natal para reduzir o risco de baixo peso no nascimento, anemia materna e deficiência de ferro (forte recomendação). A qualidade geral das evidências para suplementação de ferro versus ausência de ferro foi moderada para baixo peso no nascimento, nascimento pré-termo, anemia materna e deficiência de ferro materna no termo. A evidência foi considerada de baixa qualidade para peso no nascimento, morte neonatal, anomalias congênitas, morte materna, anemia materna severa e infecções durante a gestação; enquanto que foi considerada de qualidade muito baixa para efeitos colaterais.

 

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SOP – Síndrome dos Ovários Policísticos

A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das mais comuns endocrinopatias que acometem mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 4 a 12% em diferentes populações. Mudança nos hábitos de vida são estratégias iniciais no tratamento de mulheres obesas com SOP, melhorando sensibilidade à insulina, hiperandrogenismo, fatores de riscos metabólicos, ciclos menstruais e ovulação, e reduzindo tanto o número de folículos ovarianos retidos como o volume ovariano, regulando a fertilidade e a capacidade reprodutiva. Uma dieta pobre em gorduras saturadas e rica em fibras, com alimentos de baixo índice glicêmico de carboidratos, é geralmente adequada para mulheres com SOP. Os agentes sensibilizadores da insulina também fazem parte do manejo dessas pacientes. Avaliação do uso de metformina e citrato de clomifeno mostrou que as taxas de ovulação foram efetivas tanto com o uso isolado da metformina quanto em associação ao citrato de clomifeno, porém, quanto ao número de gestações, foi obtido melhor resultado com a associação de ambos os medicamentos. As glitazonas também têm sido utilizadas nas desordens metabólicas na SOP. A administração de rosiglitazona 4 mg/dia ou de pioglitazona 30 mg/dia a mulheres obesas e não obesas com SOP levou a uma melhoria da resistência a insulina, diminuição da produção androgênica ovariana, restauração da ovulação espontânea.

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A Influência do Método Pilates no Fortalecimento do Assoalho

Os músculos do assoalho pélvico (AP) têm importantes funções, contraem-se para manter a continência urinaria e fecal, evitam o deslocamento dos órgãos pélvicos, participam da responsividade sexual feminina normal, e são extremamente distendidos para permitir o parto. Um assoalho pélvico com função deficiente ou inadequada é um fator etiológico para o aparecimento de diferentes patologias. O objetivo deste estudo foi verificar se o método Pilates tem influência no fortalecimento do AP. Para isso foram comparados o grau de força muscular, mensurado com o aparelho de biofeedback Perina, de três grupos. Cada grupo foi composto por quatro mulheres, sendo o grupo I de mulheres que praticam Pilates, o grupo II de mulheres sedentárias e grupo III de mulheres que praticam outro tipo de exercício físico. Não foi encontrada diferença estatisticamente significativa quando comparados os grupos, mas através da analise das médias percebeu-se que o Método Pilates assim como a pratica de atividade física influenciam na força do assoalho pélvico, podendo ser usados como forma de prevenção para o aparecimento de disfunções dessa musculatura. Atualmente a fisioterapia uroginecológica usa como forma de tratamento reconstituir a função normal do AP, nesse sentido diversos estudos comprovam a eficiência do fortalecimento do AP e indicam que o método Pilates trás muitos benefícios à saúde sendo um destes o aumento da força do AP. Assim, o Método Pilates poderá ser utilizado para o fortalecimento da musculatura perineal como forma de prevenção para o aparecimento de disfunções.

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Atividade Física e a Mulher

A Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (SBME) tem oferecido periodicamente informações que possibilitem aos profissionais da área de saúde a atualização em temas relacionados às ciências do esporte. Uma das ações que tem se mostrado muito eficaz é a publicação de Posicionamentos Oficiais ou Consensos.

Desde 1996 já foram publicados três documentos com estas características:

1) Atividade Física e Saúde em Indivíduos Aparentemente Saudáveis

2) Atividade Física e Saúde na Infância e Adolescência

3) Atividade Física e Saúde em Indivíduos Idosos

O documento que se desenvolve a seguir, “Atividade Física e Saúde na Mulher”, é a última etapa de uma importante meta da SBME de abordar os quatro grandes temas relacionados à atividade física e saúde.

Esta publicação representa o posicionamento oficial da SBME sobre atividade física e saúde em indivíduos do sexo feminino (atletas ou não atletas), visando ampliar a recomendação da prática de atividade física pelos profissionais de saúde que lidam com esse grupo. Os interessados em se aprofundar no tema devem consultar a bibliografia relacionada.

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Exercício Físico na Gravidez

A inatividade física está associada a vários fatores de doenças, seja ela física ou psíquica. Nesta perspectiva, o exercício físico regular contribui para que este quadro se reverta em promoção de saúde e bem estar da população em geral, livrando-os de patologias. Crendo nisso, cresce o número de adeptos à prática sistemática de exercícios físicos e isso inclui mulheres gestantes. Deste modo, o presente trabalho procurou apresentar, através de revisão de literatura, considerações a respeito do exercício físico na gravidez. Tendo como resultado, pontos positivos a respeito das mudanças fisiológicas, posturais e psicológicas da mulher gestante. E também, vantagens significativas para o desenvolvimento fetal e após o nascimento.

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Associação entre peso ao nascer e o excesso de peso na infância

As modificações no perfil nutricional das populações nas últimas décadas têm se caracterizado pelo aumento da obesidade e redução nas prevalências de desnutrição entre adultos e crianças com a ocorrência simultânea de ambas em regiões em desenvolvimento 1. Além de promover distúrbios na esfera psicossocial durante a infância e adolescência, estudos têm sugerido uma associação entre a obesidade na infância e na vida adulta e maior risco para doenças crônicas não transmissíveis 2,3. Diversos fatores têm sido associados a esse fenômeno, entre esses, o peso ao nascer, tornando-o um dos mais importantes temas da Saúde Pública da atualidade.

 

Contudo, apesar de um grande número de publicações evidenciar uma associação predominantemente positiva entre o peso ao nascer e o excesso de peso na infância, não foi possível estimar, em uma única medida, o quanto o peso ao nascer contribui para o surgimento do sobrepeso e/ou obesidade, seja pelas várias definições atribuídas ao excesso de peso pelos diferentes desenhos utilizados ou às limitações relacionadas aos métodos de análise empregados. O objetivo principal desta revisão é identificar pontos concordantes e inconsistentes nos artigos que analisaram a associação entre o peso ao nascer e o excesso de peso na infância. Dentre os aspectos a serem analisados, incluem-se: critérios adotados para definir peso ao nascer, sobrepeso e/ou obesidade, desenhos de estudos, co-variáveis e medidas de efeito utilizadas na análise, entre outros itens.

 

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Dormir sem calcinha faz bem?

Dormir sem calcinha é um hábito que não só faz bem para a saúde, como melhora a qualidade de vida da mulher. Dispensar essa peça íntima durante o sono pode reduzir os riscos de infecções vaginais, pois mantém a região íntima ventilada, diminuindo a transpiração. Com o órgão feminino menos úmido, o pH se mantém mais estável, o que evita agentes oportunistas como os fungos, que se desenvolvem e provocam corrimentos, coceiras, entre outros.

Mas o equilíbrio da flora vaginal deve ser preservado para manter a região íntima saudável. Existem micro-organismos, como o bacilo de doderlein necessários para manter essa estabilidade, pois conferem a acidez necessária para a saúde e, a região íntima abafada pode interferir nesse equilíbrio.

É necessário também evitar roupas apertadas e quentes. Uma dica é optar pela saia ou vestido e evitar tecidos sintéticos, principalmente na peça íntima. Experimente libertar-se!

Por que consumir óleo de coco?

Encontrado facilmente em lojas de produtos naturais e farmácias, o óleo de coco é uma gordura saturada, mas de origem vegetal, 100% natural. Veja a seguir 3 motivos para incluir o óleo em sua dieta:


 Controla a compulsão por carboidratos: o óleo de coco ajuda a manter níveis estáveis de glicose no sangue e não estimula a liberação de insulina, o que diminui a compulsão por carboidratos. Ao contrário de outros óleos poli-insaturados, que dificultam a entrada de insulina das células, o óleo de coco favorece essa entrada e, por isso, a taxa de açúcar no sangue tende a ficar normalizada;

 Acelera o metabolismo: se consumido diariamente, o óleo de coco aumenta o gasto energético do organismo, pois ele estimula o funcionamento da glândula tireoide, que está diretamente ligada ao nosso metabolismo, o que aumenta a queima de calorias;

 Reduz o colesterol: o bom funcionamento da tireoide garante a redução do colesterol LDL (colesterol ruim) e a elevação do colesterol HDL (colesterol bom). Com a normalização da taxa de colesterol sanguíneo há diminuição do risco de doenças cardiovasculares.
Para saber como incluir o óleo de coco em sua dieta, consulte um especialista. A Clinica Ellas possui profissionais dedicados que podem te ajudar nessa tarefa.

Conheça a Clínica Ellas

A Clínica Ellas nasceu da amizade de duas médicas, ginecologistas e obstetras que fizeram residência médica juntas na Irmandade de Misericórdia da Santa Casa de São Paulo.

Sabe-se hoje que o ginecologista e obstetra é praticamente o clínico geral da mulher, cuidando muitas vezes da saúde delas em sua plenitude.

Muitos plantões, atendimentos, cirurgias, provas e alguns anos de experiência depois, decidiram juntas, sedimentar tudo aquilo que acreditavam e sonhavam que seria um atendimento ideal e completo para o público feminino.

A ideia era reunir, em um único lugar, todos os profissionais que estão envolvidos no atendimento especializado e integral à saúde e bem estar da mulher.

Foi assim que, enquanto acontecia a obra, reuniram amigos e parceiros, 12 especialidades diferentes para compor uma equipe multidisciplinar de excelência para atender todas as necessidades das pacientes.

Num lugar muito aconchegante e minuciosamente preparado para a mulher, você encontrará atendimentos em:

 

Ginecologia e Obstetrícia
Dermatologia
Psiquiatria
Acupuntura
Endocrinologia
Nutrição
Cardiologia
Cirurgia Vascular
Urologia
Reumatologia
Videolaparoscopia
Infertilidade e Reprodução
Mastologia
Fisioterapia Feminina

 

Exames:
Ultrassonografia geral
Ultrassom obstétrico, morfológico, Doppler, 3D e 4D
Coleta de Papanicolau
Vulvoscopia
Colposcopia
Captura híbrida para HPV
Exames Genéticos
Bioimpedância