Você sabe o que significa ter insuficiência istmo-cervical (IIC)?

Insuficiência istmo-cervical significa que o colo útero é mais fraco ou curto que normal, ou seja a incapacidade de manter um gravidez.

O problema é que a dilatação pode acontecer rápido demais e o bebê nascer muito antes do tempo, ainda no segundo trimestre. Nessa fase da gestação, a criança tem poucas condições de sobreviver fora da barriga, e pode acontecer o chamado aborto espontâneo tardio.
Normalmente a incompetência istmo-cervical não apresenta sintomas, é suspeitado após uma ou mais perdas sem motivo aparente.
O ideal é que depois da experiência e antes de engravidar de novo, a paciente deve converse com o Obstetra para que investigue o problema.

Se os riscos forem detectados antes da gravidez, será mais fácil administrar o caso e pensar em procedimentos que evitem perdas.

Caso o médico considere que você pode estar com insuficiência cervical, pode pedir mais ultrassons transvaginais desde o começo da gravidez para acompanhar o colo do útero e procurar sinais de “apagamento” (afinamento).

Quanto mais curto estiver o colo do útero, maior é a possibilidade de haver parto prematuro ou aborto tardio, dependendo do tempo de gravidez.

Mas saiba que nem toda situação de colo curto leva a um parto prematuro. E nem todo colo curto é indicação de insuficiência cervical. ​

Trombose na Gravidez

A trombose na gravidez, é mais frequente em gestantes com idade superior a 35 anos, que já tiveram episódio de trombose numa gravidez anterior, como grávidas de gêmeos ou que têm excesso de peso. Esta condição é perigosa, e quando identificada, deve ser tratada pelo obstetra com injeções de anticoagulantes, como a heparina, durante a gestação e 6 semanas após o parto.
A trombose na gravidez surge quando se forma um coágulo de sangue que obstrui uma veia ou artéria, impedindo que o sangue passe por esse local. A trombose pode surgir em qualquer pessoa, porém é mais comum durante o período da gestação, pois a capacidade de coagulação e a circulação sanguínea são alteradas pelas alterações hormonais.Grávidas correm o risco de 5 a 20 vezes maior de desenvolver trombose.

Os tipos mais comum de trombose na gestação são:

  • Trombose venosa profunda: é o tipo mais comum de trombose, e afeta mais frequentemente as pernas, apesar de poder surgir em qualquer região do corpo;
  • Trombose hemorroidária: pode surgir nas hemorróidas provocadas pelo peso do bebê ou durante o parto;
  • Trombose na placenta: causado por coágulo nas veias da placenta, podendo provocar aborto nos casos mais graves;
  • Trombose no cordão umbilical: Apesar de ser raro, este tipo de trombose acontece nos vasos do cordão umbilical, impedindo o fluxo de sangue ao bebê;
  • Trombose cerebral na gravidez: provocado por um coágulo no cérebro, situação muito grave e provoca sintomas de AVC.

Sintomas:

Os sintomas de trombose na gravidez surgem, especialmente, nas pernas e incluem:

  • Dor na perna, que piora ao caminhar ou dobrando o pé para cima;
  • Vermelhidão e inchaço da perna;
  • Pele quente;
  • Aumento das veias locais.

É importante ressaltar que durante o período de gravidez, estes sintomas nem sempre confirmam a trombose, pois podem ocorrer devido a maior tendência para reter líquidos nas pernas. Por isso a visita ao médico obstetra é essencial para a realização da ultrassom e assim despistar o diagnóstico de trombose.Na presença de qualquer um destes sintomas, a grávida deve ligar imediatamente para o 192 ou ir ao pronto-socorro, já que a trombose é uma doença grave, que pode causar embolia pulmonar na mãe quando o coágulo se desloca até os pulmões, gerando sintomas como falta de ar, tosse com sangue ou dor no peito.

Trombose tem cura e pode ser evitado na gravidez.

Alguns cuidados para evitar a trombose na gravidez são:

 – Utilizar meias de compressão desde o início da gestação, para facilitar a circulação sanguínea;
– Fazer exercício físico leve regular, como caminhadas ou natação, para melhorar a circulação do sangue;Evitar ficar mais de 8 horas deitada ou mais de 1 hora sentada;
– Não cruzar as pernas, pois dificulta a circulação de sangue nas pernas;Ter uma alimentação saudável, pobre em gordura e rica em fibras e água;
– Evitar fumar ou conviver com pessoas que fumam, porque a fumaça do cigarro pode aumentar o risco de trombose.
A gestante que já sofreu de trombose na gravidez deve informar o obstetra, para iniciar o tratamento com injeções de heparina, se necessário, de forma a prevenir o surgimento de uma nova trombose.

Fases do Puerpério

O puerpério é o período pós-parto, quando o corpo da mulher volta ao estado normal, passando por grandes mudanças físicas e emocionais, que vai desde a expulsão da placenta até a sexta ou oitava semana após a paciente ter dado a luz. Ele se divide em três fases. A primeira é o imediato, que ocorre a partir do momento da saída da placenta até duas horas depois do parto. A segunda é o mediato, que acontece das duas horas até cerca de 10 dias depois do parto. E por fim há o tardio, que ocorre a partir dos 10 dias até o final da oitava semana ou até os ciclos menstruais voltarem.


Durante esse período, estas mudanças podem causar um grande impacto no humor, deixando a mulher mais sensível e vulnerável. É importante encontrar apoio nos familiares e sobretudo, no companheiro. Se a mulher se sentir triste e exausta por muitos dias, é importante conversar com o médico para afastar depressão pós-parto.

Exercício Físico na Gravidez

A inatividade física está associada a vários fatores de doenças, seja ela física ou psíquica. Nesta perspectiva, o exercício físico regular contribui para que este quadro se reverta em promoção de saúde e bem estar da população em geral, livrando-os de patologias. Crendo nisso, cresce o número de adeptos à prática sistemática de exercícios físicos e isso inclui mulheres gestantes. Deste modo, o presente trabalho procurou apresentar, através de revisão de literatura, considerações a respeito do exercício físico na gravidez. Tendo como resultado, pontos positivos a respeito das mudanças fisiológicas, posturais e psicológicas da mulher gestante. E também, vantagens significativas para o desenvolvimento fetal e após o nascimento.

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Conheça a Clínica Ellas

A Clínica Ellas nasceu da amizade de duas médicas, ginecologistas e obstetras que fizeram residência médica juntas na Irmandade de Misericórdia da Santa Casa de São Paulo.

Sabe-se hoje que o ginecologista e obstetra é praticamente o clínico geral da mulher, cuidando muitas vezes da saúde delas em sua plenitude.

Muitos plantões, atendimentos, cirurgias, provas e alguns anos de experiência depois, decidiram juntas, sedimentar tudo aquilo que acreditavam e sonhavam que seria um atendimento ideal e completo para o público feminino.

A ideia era reunir, em um único lugar, todos os profissionais que estão envolvidos no atendimento especializado e integral à saúde e bem estar da mulher.

Foi assim que, enquanto acontecia a obra, reuniram amigos e parceiros, 12 especialidades diferentes para compor uma equipe multidisciplinar de excelência para atender todas as necessidades das pacientes.

Num lugar muito aconchegante e minuciosamente preparado para a mulher, você encontrará atendimentos em:

 

Ginecologia e Obstetrícia
Dermatologia
Psiquiatria
Acupuntura
Endocrinologia
Nutrição
Cardiologia
Cirurgia Vascular
Urologia
Reumatologia
Videolaparoscopia
Infertilidade e Reprodução
Mastologia
Fisioterapia Feminina

 

Exames:
Ultrassonografia geral
Ultrassom obstétrico, morfológico, Doppler, 3D e 4D
Coleta de Papanicolau
Vulvoscopia
Colposcopia
Captura híbrida para HPV
Exames Genéticos
Bioimpedância